O Consórcio STHEM, em parceria com a PADF (Pan American Development Foundation)/Boeing em seu Projeto #partiu Marte, entrevistou a professora Cristina Ares Elisei que é engenheira mecânica, com mestrado e doutorado em Engenharia de Materiais, gestora pedagógica e educacional na Regional do Vale do Paraíba e Litoral Norte, professora da FATEC Pindamonhangaba nas áreas de Metalurgia e Fundição e coordenadora do Grupo de Trabalho de Mulheres nas TIC da Metared TIC Brasil. Ela conta sobre sua experiência de vida nas áreas STEM e de “Uma Aventura STEM para o ensino médio”.

A professora Simone Cristina Gonçalves Vianna, que é gestora acadêmica e graduada em Ciência da Computação, além de mestre em Educação, conversou com Cristina sobre tecnologia, carreira e STEM (Science, Tecnology, Engieering and Matematics) e a relação dos temas com o universo feminino.

“Eu não nasci doutora, eu levei um longo caminho para chegar a ser doutora e diretora. Eu gosto de lembrar disso. Enquanto eu estava no ensino médio, e antes até, eu já gostava de Matemática, Física, Química e tive uma certa facilidade de aprendizado nessas disciplinas. Eu estudei no ensino público e tinha um primo que era engenheiro, e por admiração a ele, acabei por fazer engenharia na Unesp de Guaratinguetá”, conta.

Segundo Cristina, que casou durante a graduação de engenharia, toda sua família acreditava que ela iria desistir do curso. Ela engravidou, mas desafiou, como ela mesma diz, todas as estatísticas. “Eu mesmo grávida me formei, peguei dependência, mas me formei. Eu tenho que reconhecer que os meus pais me deram muito suporte, com o bebê, e o meu marido também. Essa rede de apoio é muito importante para a mulher galgar os passos e chegar ao lugar que sonha”. Cristina acrescenta ainda que “teve uma rede de apoio dos professores da faculdade que foi fundamental para o seu mestrado e doutorado”.

Confira a entrevista completa no You Tube no canal do STHEM.